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Olhos de cristal

Dizem que sorrio com os olhos, falo pelos cotovelos e meto os pés pelas mãos. Em mim a anatomia não faz o menor sentido. Gosto de ler um toque, de observar com o coração e caminhar com os pés da imaginaçao

Olhos de cristal

Dizem que sorrio com os olhos, falo pelos cotovelos e meto os pés pelas mãos. Em mim a anatomia não faz o menor sentido. Gosto de ler um toque, de observar com o coração e caminhar com os pés da imaginaçao

Aprendi com os erros, que só somos felizes quando tentamos

22.03.18 | Olhos de cristal frio

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Estamos num momento de felicidade pura quando temos aquela sensação que naquele instante, naquele lugar, a vida é perfeita, que não queremos que nada mude, que nada aconteça mais, que aquele segundo não acabe. que naquele momento estamos a viver um instante de vida que vale a pena ser vivida.

Para mim, a lógica é que na vida, o que nos faz feliz é a soma desses pequenos momentos - porque sim, não é possível viver assim em contínuo.

Ora, temos então de viver não a lamentar a saudade, a falta, ou apenas a correr para que as coisas acabem - que acabe o dia de trabalho, que acabe aquele jantar chato, ou até que acabe a semana, para chegar ao sábado. Frustrados são os que vivem assim - tem de ser ao contrário, temos de procurar (lutar) pelas coisas que façam um dia valer a pena. Pode ser só uma música que se partilha, uma foto, uma mensagem, um riso que se provocou, um café a correr, um jantar num sitio inesperado, ou apenas ficar num sofá, a olhar o tecto e a dizer coisas parvas - desde que em cada momento desses, a vida faça sentido, e que por um segundo, não se queira que aquele momento acabe.

 

E não, não é optimismo ingénuo, é apenas estar atenta, porque estes momentos estão sempre por aí, espalhados, à espera que alguém os apanhe, seja no café da rua, num encontro inesperado, no encontro que se marcou, nem que seja só para dar um abraço de 5 minutos...

 

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